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Na SÁBADO:
– “Sim, ele escreveu mais um romance”. O apontamento irónico refere-se a Alberto S. Santos, secretário de Estado da Cultura, que tem uma nova obra a sair em breve na Porto Editora;
– Mais ironia: “A ironia na política e a bala como juiz final” é o título da crónica de Gonçalo M. Tavares;
– Mariana Taborda escreve sobre A viúva, de John Grisham (Bertrand Editora, com tradução de Isabel Nunes): ” (…) a história de uma advogado peculiar, um testamento milionário e uma cliente que morre misteriosamente (…)”.
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No CORREIO DA MANHÃ:
John Dos Passos faz 130 anos e Francisco José Viegas dedica-lhe a crónica de hoje. Depois, sugere Prazeres Consentidos, de Adam Philips (Zigurate).
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No JORNAL DE NOTÍCIAS:
– “Governo garante que Livraria Lello vai ser Monumento Nacional”;
– “Aventuras de Tintim vão ser publicadas em mirandês”;
– “Morreu Scott Adams, criador de Dilbert”;
– Sérgio Almeida faz a crítica a Eu sou Elvis, de Dinis H. Machado: “(…) A imensa solidão que o devorava por dentro (e o empurrou para os excessos vários, indissociáveis do seu fim) é-nos descrita num relato hipnótico, em que D. H. Machado nos faz sentir como que transportados para o apertado fato de couro do artista e das suas infinitas dúvidas e inseguranças. (…)”.
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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
– Leonídio Paulo Ferreira entrevista Ross King, autor de Breve História da Roma Antiga (Presença, com tradução de Pedro Elói Duarte): “Vivemos num mundo ‘romano’, só que com melhor tecnologia”;
– Morreu Scott Adams, criador do cartoon ‘Dilbert’.
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No PÚBLICO:
– Começa assim a crónica de hoje de Miguel Esteves Cardoso: “A história do miúdo que denuncia a nudez do imperador é eterna porque Hans Christian Andersen escreveu-a de forma a poder ser interpretada de mil maneiras. A história não era nova — Andersen também ia nu —, mas está contada como se fosse uma história divertida, e não como uma alegoria pesada, destinada a martelar a criançada com uma moral evidente. (…)”
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Boas leituras com a revistadeimprensaliteraria.com.
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