9 de Janeiro de 2026

Bom dia! Aqui estão os destaques literários da imprensa desta manhã:

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Na REVISTA E/ EXPRESSO:

Gonçalo M. Tavares entrevistado por Luciana Leiderfarb a propósito do seu mais recente O Fim dos Estados Unidos da América (Relógio D’Água): “Se aparecesse um novo Cristo, estaríamos a ver vídeos de gatos, a consumir essa comida mental que é a informação, sem reparar que ele está dentro da sala”;
– Para ver até final do ano na Casa Fernando Pessoa, a exposição “A arca eterna: Fernando Pessoa e a posteridade”. O texto é de Maria João Bourbon;
José Mário Silva dá quatro estrelas a A Montanha, de José Luís Peixoto (Quetzal Editores); quatro estrelas de Pedro Mexia para Vaim, de Jon Fosse (Cavalo de Ferro, com tradução de Liliete Martins); três estrelas de Luís M. Faria para A literatura universal em 100 perguntas, de Felipe Díaz Pardo (Guerra e Paz Editores, com tradução de Noélia Santos); e, por fim, Sara Figueiredo Costa atribui cinco estrelas a Estância do Sino Coberto, de Diniz Conefrey (Quarto de Jade). Sem direito a estrelas: Revolução, de Maria Inácia Rezola (Dom Quixote), e O caso Estaline, de Giles Milton (Vogais).

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No IDEIAS/ EXPRESSO:

– O jornalista Miguel Prado anda a ler Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves (Record).

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No IPSILON/ PÚBLICO:

Isabel Lucas entrevista o escritor búlgaro Gueorgui Gospodinov que, depois de ter conquistado o International Booker Prize com Refúgio no Tempo, está agora de regresso com O Jardineiro e a Morte” (Relógio D’Água, com tradução de Paulo Tiago Jerónimo e Monika Boneva): “Não gostei de o escrever. É um livro que começou primeiro no meu bloco de notas. Comecei a escrevê-lo à mão, e este é o meu primeiro romance escrito assim.”;
Luís Ricardo Duarte entrevista Ana Margarida de Carvalho a propósito do seu mais recente livro A chuva que lança areia do Saara (Companhia das Letras): “A grande ambição de um escritor é conseguir a fluidez de um sonho, de um pensamento, de um delírio”;
José Riço Direitinho dá quatro estrelas e meia a Setembro Negro, de Sandro Veronesi (Quetzal Editores, com tradução de Sara Ludovico).

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No CORREIO DA MANHÃ:

– Escreve Francisco José Viegas: “Belo diário, o de Yvette K. Centeno, correspondente aos anos de 2013 a 2022, Recomeço (Companhia das Ilhas, 754 págs.) Yvette é de uma alma rara: “Passou demasiado tempo./ Se me distraio/ deixo de ser.””.

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Boas leituras.

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