8 de Janeiro de 2026

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Bom dia, boa quinta-feira com a revistadeimprensaliteraria.com.

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No JORNAL DE NOTÍCIAS:

– “O Clube de Leitura da Biblioteca Almeida Garrett inicia 2026 com a proposta de leitura de um clássico da literatura. Trata-se de A marquesa de O., uma novela de Heinrich von Kleist publicada em 1808 que seria, mais de um século e meio depois, adaptada ao cinema por Eric Rohmer. A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.”;
– “Um projeto literário inédito arranca em março com o objetivo de internacionalizar a poesia de mulheres portuguesas, com edições bilingues, em sete línguas, de autoras como Natália Correia e Florbela Espanca e fadistas como Amália Rodrigues e Teresinha Landeiro.”.

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No CORREIO DA MANHÃ:

– “O livro de poemas inéditos de Manuel Alegre Balada do Corsário dos Sete Mares é uma das novidades do primeiro trimestre do grupo editorial Leya, apresentadas ontem em Lisboa. Nos próximos meses muitos novos títulos chegarão às livrarias, incluindo uma recolha de contos de Luísa Costa Gomes (O Triunfo do Triunfo); o romance A Chave, de Margarida Fonseca Santos; e o último trabalho de Enrique Vila-Matas, Cânone da Câmara Escura. Kundera, Murakami e Pérez-Reverte são outros autores agendados para sair.”;
Francisco José Viegas sugere Contos do Chá (Edições tinta-da-china), com organização de Alberto Manguel e textos de Agatha Christie, Tchekhov, Katherine Mansfield ou Drummond de Andrade.

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Na SÁBADO:

– “O futuro está agora alojado em 2027: cantar dois metros acima da destruição” é o título da crónica desta semana de Gonçalo M. Tavares;
– “Fernando Pessoa e a sua tia Anica, os derradeiros dias de proximidade com a mãe, a dama de companhia que guardou os papéis de Flores Singelas e o seu esquecimento, intocados durante anos, no espólio de Natália Correia. Até aos dias de hoje”. É a terceira parte de um trabalho de João Pedro George.

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Boas leituras.

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