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Tenha um bom dia com a revistadeimprensaliteraria.com.
Eis o que pode ler na imprensa desta segunda-feira:
No CORREIO DA MANHÃ:
– “Morreu o poeta Nuno Dempster“;
– A diminuição dos índices de alfabetização e literacia preocupa Francisco José Viegas: “(…) Não, não, o modelo não são os idiotas que afirmam ler 140 ou 180 livros por ano (é mentira, como sabemos), nem os exibicionistas das redes sociais, nem as meninas do TikTok com a sua apologia de livros da treta (…)”.
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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
– Esta semana, João Céu e Silva sugere John & Paul – Uma história de amor feita de canções, de Ian Leslie (Zigurate, com tradução de Sara I. Veiga), e O fim dos Estados Unidos da América, de Gonçalo M. Tavares (Relógio D’Água);
– Em “Direto à leitura”, António Carlos Cortez escreve sobre Heranças Imperfeitas, de Helena Buescu (Edições tinta-da-china): “(…) reúne um conjunto de ensaios sobre literatura; ensaios absolutamente imprescindíveis para quem gosta de literatura, para quem a lecciona, especialmente nos ciclos Secundário e Universitário; para quantos, na investigação e nas bibliotecas, nos arquivos bibliográficos e centros de pesquisa persistem em considerar a literatura não uma matéria reservada a uns poucos, mas, em vez disso, uma arte – a mais complexa das artes, porque recriadora de linguagens – axial em qualquer país que se deseje civilizado. (…)”.
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No JORNAL DE NOTÍCIAS:
– “O poeta Nuno Dempster morreu, na sexta-feira, em Viseu, cidade onde residia. Nascido em Ponta Delgada há 81 anos, o autor, neto do poeta Armando Côrtes Rodrigues, deixou uma obra vasta na poesia, mas teve também incursões no romance, tendo publicado, em 2018, “Há rios que não desaguam a jusante” pela Companhia da Ilhas.”;
– O fim: “A última página do “Jornal de Notícias” deixa de contar com Luís Osório, que há meses escrevia uma coluna diária (de segunda a sexta-feira). O fim das crónicas resulta da vontade do próprio. A Direção não pode deixar de agradecer essa colaboração, que se revelou sempre uma mais-valia.”.
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Boas leituras.
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