2 de Janeiro de 2026

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Boas leituras!

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No JORNAL DE NOTÍCIAS:

– “Por um jornalismo com futuro”, artigo de opinião de Felisbela Lopes: “(…) Para o tal jornalismo robusto, são imprescindíveis leitores fiéis, que comprem e leiam conteúdos jornalísticos, estando conscientes de que a informação credível tem custos e exige um trabalho de profissionais que selecionam e hierarquizam acontecimentos e que constroem peças com critérios exigentes. Precisamos muito de leitores que se interessem pelos acontecimentos para além dos títulos. (…)”;
– “Segunda versão do cheque-livro disponível hoje – Portugueses nascidos em 2007 e 2008 já podem levantar o voucher de 30 euros para um livro”.

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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:

– “Marcelo cita Eça e pede um Portugal com melhor futuro do que passado”.

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No CORREIO DA MANHÃ:

– Para Francisco José Viegas, o livro 21 do ano passado foi o segundo volume da obra poética reunida de Pedro Homem de Mello (Assírio & Alvim).

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No ÍPSILON:

Isabel Coutinho entrevistou Édouard Louis, autor de O Colapso (Elsinore, com tradução de Diogo Paiva): “A literatura é um instrumento de perdão”;
Manuel Carvalho dá quatro estrelas e meia a A Minha Vida, de Lev Trótski (Edições 70, com tradução de Margarida Cabral Fernandes);
– Quatro estrelas e meia para Três discursos sobre Eros (Edições tinta-da-china), e entrevista de José Marmeleira ao seu autor, João Constâncio;
– No espaço de crítica, Pedro Rios atribui quatro estrelas a Um saco de ossos, de Maria Lis (Língua Morta), enquanto Hugo Pinto Santos dá quatro estrelas e meia a Textos sobre cultura“, de Antonio Gramsci (Bookbuilders, com tradução de Manuel Braga da Cruz, Miguel Freitas da Costa);

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No EXPRESSO:

– O editor de fotografia João Carlos Santos anda a ler Tóquio Express, de Seicho Matsumoto (Presença, com tradução de André Pinto Teixeira); e Anos de Chumbo e Outros Contos, de Chico Buarque (Companhia das Letras);
– No âmbito da coleção “Lírica de Camões – Antologia: Amor É Um Brando Afeito”, Isabel Rio Novo escreve um ensaio intitulado “Puras verdades, fábulas sonhadas”; ainda a este propósito, ao texto da escritora segue-se uma entrevista de Luciana Leiderfarb a José Augusto Cardoso Bernardes: “A escrita de Camões é pulsional, incontrolada”;
Diogo Ramada Curto escreve sobre as bibliotecas na idade da IA: “Com o acesso público e aberto aos livros, revistas e jornais digitalizados, ficarão as bibliotecas reduzidas a uma espécie de lugar exótico do passado?”;
– “Uma biblioteca com mais de 6500 volumes e um vasto fundo documental: eis o acervo que Artur Varatojo (1926-2006) deixou em testamento à Polícia Judiciária. Hoje, o incrível arquivo do inspetor Varatojo ocupa duas salas da sede da PJ, em Lisboa”. O texto é de Maria José Oliveira;
Manuel S. Fonseca recorda Gil de Carvalho: “depressa e devagar”;
António Cabrita dá quatro estrelas a Recomeço, de Yvette K. Centeno (Companhia das Ilhas);
– Quatro estrelas de Rui Miguel Abreu a John & Paul: Uma História de Amor Feita de Canções, de Ian Leslie (Zigurate, com tradução de Sara I. Veiga);
Língua de Víbora, de Enrique Lihn (Língua Morta / Maldoror, com tradução de Luís Pedroso), merece cinco estrelas de Pedro Mexia;
– Quatro estrelas de José Mário Silva para O Colapso, de Édouard Louis (Elsinore, com tradução de Diogo Paiva);
– Sem direito a estrelas: Obra Poética III, de António Ramos Rosa (Assírio & Alvim), e O que não sei de ti, de Éric Chacour (Alfaguara Portugal, com tradução de Nuno Quintas).

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