No JORNAL DE NOTÍCIAS:
Esta semana, Afonso Reis Cabral escreve sobre a moda do momento:
(…) Se a própria inteligência artificial percebesse a ironia de imitar um estilo avesso a reproduções, e que nasceu da obsessão artística de Miyazaki, mais do que perceber, se a sentisse na pele, como criatura cairia de joelhos aos pés do criador. (…)
Como habitualmente acontece às quartas-feiras, há crítica de livros no JN. Esta semana, Ricardo Jorge Fonseca escolheu A lenda do santo bêbedo, de Joseph Roth (Relógio d´Água):
(…) Publicado no ano da morte de Joseph Roth (1894-1938), “A lenda do santo bêbedo” integra-se numa fase de melancolia nostálgica sobre o fim do Império Austro-Húngaro, iniciada com a sua obra-prima “A marcha de Radetzky” (1932). Nascido em Brody, atualmente parte da Ucrânia, Joseph Roth é associado, juntamente com escritores como Stefan Zweig, ao “mito dos Habsburgo” – uma ideia de passado ideal no espaço do antigo império e que alguns relacionaram com a ascensão do nacional-socialismo, mas também com a construção da União Europeia. (…)


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No CORREIO DA MANHÃ:
Francisco José Viegas lembra Giacomo Casanova (300 anos, hoje) e a sua autobiografia A História da Minha Vida: “um vigarista maravilhoso”.

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No PÚBLICO:
Rectificação: ao contrário do que escrevi, o Guia Leituras do PÚBLICO de ontem trazia quatro – e não três – propostas de livros. Ficou a faltar O Palácio de Gelo, de Tarjei Vesaas (D. Quixote, com tradução de João Reis). As minhas desculpas.


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Boas leituras.
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