No JORNAL DE NOTÍCIAS:
Na crónica desta semana, Afonso Reis Cabral recorda-nos o alfarrabista que gritava o pequeno segredo dos livros.
(…) Os berros, que se ouviam da rua, davam ao ofício uma aura de interdição que me fascinava. Podíamos sair da loja com um livro ou um sopapo. (…)

Depois, Sérgio Almeida critica Anona, de Ana Luísa Castro (VS Editor):
(…) Este é um livro que não pode ser lido rapidamente: é impossível. Ana Luís Castro tem o mérito de se livrar das amarras vigentes, de contrariar as regras do bom comportamento linguístico e gramatical, de ridicularizar essas (de)formações de escrita criativa, de não tratar o leitor como um imbecil, um ignorante, incapaz de gerar dentro de si sinapses minimamente complexas. (…)


Por fim, ainda a polémica: “A Leya suspendeu a edição do livro “Crime nas Correntes d’Escritas”, do escritor Germano Almeida, Prémio Camões, depois de ter sido ameaçada com um processo judicial por pessoas que se sentiram agredidas pelo conteúdo da obra. O livro conta uma história ficcionada em que as personagens são participantes reais desse evento.”.
***
No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
João Lopes escreve sobre As Viagens da Arte, de Jacques Rancière (Orfeu Negro, com tradução de Pedro Elói Duarte).
Nascido na Argélia em 1940, o filósofo francês Jacques Rancière é autor de muitos livros em que podemos encontrar, com pedagógica regularidade, uma interrogação em permanente renovação: qual a dimensão política da arte? Ou talvez, melhor: como é que o trabalho artístico é também uma maneira de fazer política? (…)


***
No CORREIO DA MANHÃ:
Francisco José Viegas anuncia: “Margarida Ferra escreveu um dos livros mais belos da temporada. O tema é a literatura. Grande vitória.”. O livro é Saber Perder (Companhia das Letras).


***
(Actualização)
No OBSERVADOR:
***
Boas leituras.
*