6 de Março de 2025

Inclui DN, CM, SÁBADO e JORNAL DE LETRAS

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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:

“Do encontro no Chiado à última viagem a Veneza: memórias de mais de uma década de vida em comum com Julião Sarmento”. Carla Alves Ribeiro escreve sobre O que está para vir: Uma vida com Julião Sarmento, de Helena Vasconcelos (Quetzal).

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No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere Heranças Imperfeitas, de Helena Carvalhão Buescu (Tinta da China) (“um belo conjunto de ensaios sobre a nossa literatura”).

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Na revista SÁBADO, não perca a reportagem de Mónica Baltazar, “Viver sem saber ler nem escrever” – histórias de analfabetismo em Portugal.

Mais à frente, Ângela Marques escreve sobre O meu marido, de Maud Ventura (Cultura Editora).

Estreia literária, (…) é um thriller romântico: uma mulher de 40 anos, casada há 13, é tão apaixonada pelo marido que parece louca. Será?

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No JORNAL DE LETRAS:

A edição desta quinzena é dedicada a Camilo Castelo Branco (com textos de José Viale Moutinho, Mário Cláudio e Patrícia Portela, entre outros), mas há mais motivos de interesse. Como, por exemplo, a entrevista de Luís Ricardo Duarte a Djaimilia Pereira de Almeida, a propósito do seu mais recente Livro da Doença (Relógio D´Água):

Até ao final da vida, o pai falou-lhe de um livro que estava a escrever, uma obra de proporções épicas, um verdadeiro bestseller. Era tema de conversa em todos os encontros familiares, um projeto que dava sentido aos seus dias mas que nunca se concretizou. A partir desse mito que se revelou nada e tudo ao mesmo tempo, como o Ulisses pessoano da Mensagem, imaginou a obra do progenitor, indo à procura da potência que há no que nunca se cumpre ou não se acaba. Se toda a sua obra tem a marca da variedade e da invenção de géneros, este Livro da Doença, uma edição da Relógio D’Água, é um dos mais surpreendentes e estimulantes.

Na crítica, Miguel Real escreve sobre O Ouro dos Corcundas, de Paulo Moreiras (Casa das Letras); António Cândido Franco sobre Lama e Alvorada – Poesia reunida 1953-2015, Vol. II, de Afonso Cautela (Afrontamento); e João Ramalho Santos sobre Aqui, de Richard McGuire (Cavalo de Ferro, com tradução de Raul Henriques).

Por fim, na estante, vai encontrar esta lista:

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Boas leituras.

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