Inclui DN, CM, SÁBADO e JORNAL DE LETRAS
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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
“Do encontro no Chiado à última viagem a Veneza: memórias de mais de uma década de vida em comum com Julião Sarmento”. Carla Alves Ribeiro escreve sobre O que está para vir: Uma vida com Julião Sarmento, de Helena Vasconcelos (Quetzal).

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No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere Heranças Imperfeitas, de Helena Carvalhão Buescu (Tinta da China) (“um belo conjunto de ensaios sobre a nossa literatura”).

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Na revista SÁBADO, não perca a reportagem de Mónica Baltazar, “Viver sem saber ler nem escrever” – histórias de analfabetismo em Portugal.
Mais à frente, Ângela Marques escreve sobre O meu marido, de Maud Ventura (Cultura Editora).
Estreia literária, (…) é um thriller romântico: uma mulher de 40 anos, casada há 13, é tão apaixonada pelo marido que parece louca. Será?

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No JORNAL DE LETRAS:
A edição desta quinzena é dedicada a Camilo Castelo Branco (com textos de José Viale Moutinho, Mário Cláudio e Patrícia Portela, entre outros), mas há mais motivos de interesse. Como, por exemplo, a entrevista de Luís Ricardo Duarte a Djaimilia Pereira de Almeida, a propósito do seu mais recente Livro da Doença (Relógio D´Água):
Até ao final da vida, o pai falou-lhe de um livro que estava a escrever, uma obra de proporções épicas, um verdadeiro bestseller. Era tema de conversa em todos os encontros familiares, um projeto que dava sentido aos seus dias mas que nunca se concretizou. A partir desse mito que se revelou nada e tudo ao mesmo tempo, como o Ulisses pessoano da Mensagem, imaginou a obra do progenitor, indo à procura da potência que há no que nunca se cumpre ou não se acaba. Se toda a sua obra tem a marca da variedade e da invenção de géneros, este Livro da Doença, uma edição da Relógio D’Água, é um dos mais surpreendentes e estimulantes.


Na crítica, Miguel Real escreve sobre O Ouro dos Corcundas, de Paulo Moreiras (Casa das Letras); António Cândido Franco sobre Lama e Alvorada – Poesia reunida 1953-2015, Vol. II, de Afonso Cautela (Afrontamento); e João Ramalho Santos sobre Aqui, de Richard McGuire (Cavalo de Ferro, com tradução de Raul Henriques).



Por fim, na estante, vai encontrar esta lista:
- Letras – História, arte e engenho, de Victor Costa (Edição de autor)
- Contos suicidas, de Fernando Pinto do Amaral (Dom Quixote)
- O segredo de Tomar, de Rui Miguel Pinto (Porto Editora)
- Arder no Gelo, de Mélio Tinga (A Morte do Artista)
- Orbital, de Samantha Harvey (Particular Editora, com tradução de Nuno Carvalho)
- Contos sombrios, de Sherley Jackson (Cavalo de Ferro, com tradução de Catarina Ferreira de Almeida)
- Tudo Isto é Sarah, de Pauline Delabroy-Allard (Alfaguara, com tradução de Ana Maria Pereirinha)
- A Garagem, de John Banville (Minotauro, com tradução de Sónia Amaro)
- Tóquio Express, de Seicho Matsumoto (Presença, com tradução de André Pinto Teixeira)
- Fascismo e Populismo – Mussolini hoje, de Antonio Scurati (Asa)
- O que está para vir, de Helena Vasconcelos (Quetzal)
- Carta Aberta aos Animais, de Fréderic Lenoir (Quetzal, com tradução de Sandra Silva)
- Herodes, o Grande, de Martin Goodman (Bertrand, com tradução de Maria Ferro)
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Boas leituras.
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