20 de Fevereiro de 2025

Na SÁBADO:

Comece por ler a entrevista de Vanda Marques à jornalista Annie Jacobsen, a propósito do seu mais recente livro Guerra Nuclear – um cenário, publicado pela Dom Quixote.

Depois, na secção de livros, Ângela Marques escreve sobre Tudo Isto é Sarah, de Pauline Delabroy-Allard (Alfaguara, com tradução de Ana Maria Pereirinha): “A cara da literatura francesa”.


Na VISÃO:

A revista dá-lhe quatro sugestões de livros: Foxy & Meg Encontram um Mas-Mas, de André Letria (ilustrações) e Ricardo Henriques (texto) (Pato Lógico); Antê óla bilá, Toti! Até breve, Toti!, de Américo Rodrigues e Isabel Mota (Bosq-íman:os/Ilhéu Portátil Associação Cultural); O Macaco Rabugento: Não!, de Susanne Lang (texto) e Max Lango (ilustrações) (Nuvem de Letras); e Ão Ão!, Joana Estrela (Planeta Tangerina).

A fechar a revista, leia a entrevista a Clara Capitão, Diretora editorial e codiretora-geral da Penguin Random House Portugal:

É-me muito difícil eleger os livros da minha vida, que são todos os que publiquei”, diz, “mas esboço uma escolha: Se o disseres na montanha, de James Baldwin; Perto do coração selvagem, de Clarice Lispector; Manual para mulheres de limpeza, de Lucia Berlin; Tu não és como as outras mães, de Angelika Schrobsdorff; O avesso da pele, de Jefferson Tenório; Os rapazes de Nickel, de Colson Whitehead; Pergunta ao pó, de John Fante; Olhar para trás, de Juan Gabriel Vásquez; O perfume das flores à noite, de Leïla Slimani.”


No JORNAL DE LETRAS:

Para já, só a primeira página. A RIL voltará mais logo com os destaques desta edição.


No JORNAL DE NOTÍCIAS:

O jornal dá destaque a Andreia C. Faria, que ontem conquistou o Prémio Literário do Festival Correntes d´Escritas com o livro Canina.

Quando edito um livro, tenho sempre a esperança que encontre um público que o interpele, que o questione. (…) Quando escrevo, espero sempre criar um diálogo, uma reação, e, no final, se essa reação é positiva, tanto melhor

O festival decorre por estes dias na Póvoa de Varzim.

Depois, na página seguinte, outro galardão: “A banda desenhada Dita dor, de António Jorge Gonçalves, foi distinguida nos prémios literários da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, Itália. Editado na coleção literária da Assembleia da República, o volume inspira-se na infância do autor e no contexto de medo, censura, guerra, desigualdade e pobreza da ditadura de Salazar.


No CORREIO DA MANHÃ:

Francisco José Viegas escreve que o Prémio Literário do Correntes d´Escritas atribuído a Andreia C. Faria é “ousado e de risco”. Na primeira parte da crónica, Viegas menciona O Pacto Nazi Soviético, de Manuel S. Fonseca (Guerra & Paz).


No OBSERVADOR:

Banda desenhada Dita Dor de António Jorge Gonçalves premiada em Itália – O livro foi considerado a melhor obra na categoria de banda desenhada infanto-juvenil, no âmbito dos prémios internacionais daquela feira, que começa a 31 de março. Notícia para ler aqui.


No PÚBLICO:

Isabel Coutinho assina a notícia sobre o Prémio Literário do Correntes d´Escritas: “O júri, reunido no âmbito do festival Correntes d’Escritas, distinguiu a “densidade da escrita” da poetisa portuense”.


Boas leituras.

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